
Passei a sentir arritmias com mais freqüências, quando resolvi procurar um cardiologista, pela primeira vez, para fazer um check up. Logo na primeira consulta o médico me pediu uma série de exames laboratoriais entre outros mais específicos como: eletrocardiograma, monitorização do ECG por holter, ecocardiograma. Porém foi logo no eletro que ele percebeu uma anomalia, durante a consulta me fez varias perguntas que me dispertaram sobre alguns pontos que até então eu não fazia referencia, como algumas tonturas e desmaios que eu tive, então me solicitou outro exame, um pouco mais invasivo, um estudo eletrofisiológico, para tirar algumas duvidas que tinha diante do caso. Até o momento ele não havia me esclarecido nada. Quando fui para uma consulta com o especialista que iria fazer o exame, ele me falou sobre a suspeita de uma síndrome de brugada e me esclareceu todas as duvidas e orientações sobre o exame:
É necessário jejum de pelo menos 6 horas. É necessária a presença de um acompanhante (preferencialmente um familiar) no dia do exame. Obrigatoriamente, o paciente deverá permanecer internado para observação após a realização do estudo eletrofisiológico, seguido ou não de uma ARF. Será necessário repouso absoluto com a perna esticada, por pelo menos 6 horas. A alimentação será liberada quando o paciente estiver bem acordado.
O estudo eletrofisiológico será realizado em um laboratório de eletro fisiologia, o qual apresenta todos os equipamentos e medicamentos necessários para a realização do exame com segurança. A duração média do exame é de duas horas quando for seguido de uma ablação por radiofreqüência. Geralmente o exame é realizado com anestesia local e uma sedação, no entanto, poderá ser realizado com anestesia geral de curta duração.
Os cateteres do estudo eletrofisiológico serão introduzidos até o coração pela virilha e através do pescoço (veia femoral e jugular interna). A visualização deste processo é feita através de imagem por raios-X. No coração, estes cateteres permitirão um registro da atividade elétrica do coração, através de um aparelho chamado de polígrafo. O estudo eletrofisiológico permite avaliar o funcionamento de todo este sistema de condução elétrica do coração. Além disso, permite identificar e localizar feixes elétricos anormais ou focos de arritmias cardíacas, tanto na parte superior do coração (átrios) como na parte inferior (ventrículos). Depois de realizado esse exame ele se reuniu com uma junta médica para estudar o caso e decidiram que seria melhor fazer um implante de um CDI, o qual me encaminhou para uma especialista em marca-passo.
Também uma excelente profissional, que estudando o caso com outra equipe, também composta dos melhores profissionais do estado do Ceará, resolveu pedir um exame chamado tilt-teste no qual fui submetido e constatado que realmente seria necessária uma cirurgia para implante do CDI (Cardioversor Desfibrilador Implantado). Ela então me explicou como seria o procedimento:
O procedimento de implante do CDI é relativamente simples e seguro. A cirurgia é realizada sob sedação leve e anestesia local, ou seja, o paciente não sentirá dor e irá dormir durante todo o procedimento que dura em torno de uma a duas horas. Normalmente o CDI é implantado na região do tórax logo abaixo da clavícula do lado esquerdo ou direito. Uma incisão de aproximadamente dois centímetros é feita na pele e uma pequena “bolsa” é realizada entre a pele e o tecido acima do músculo, para colocação do gerador. Com o auxílio de raios-X os eletrodos são colocados através da veia dentro do coração. Após a colocação dos eletrodos, vários testes são realizados para ter a certeza que tanto os eletrodos como o gerador estão funcionando bem. O gerador é então conectado aos eletrodos e colocado dentro da “bolsa” previamente confeccionada.
A cirurgia foi um sucesso. Porém fiquei internado no hospital por três dias sob monitoramento dos médicos.
Louvo muito a Deus por tudo e sou grato a todos os médicos, mas principalmente a Deus pelo dom da vida.
É necessário jejum de pelo menos 6 horas. É necessária a presença de um acompanhante (preferencialmente um familiar) no dia do exame. Obrigatoriamente, o paciente deverá permanecer internado para observação após a realização do estudo eletrofisiológico, seguido ou não de uma ARF. Será necessário repouso absoluto com a perna esticada, por pelo menos 6 horas. A alimentação será liberada quando o paciente estiver bem acordado.
O estudo eletrofisiológico será realizado em um laboratório de eletro fisiologia, o qual apresenta todos os equipamentos e medicamentos necessários para a realização do exame com segurança. A duração média do exame é de duas horas quando for seguido de uma ablação por radiofreqüência. Geralmente o exame é realizado com anestesia local e uma sedação, no entanto, poderá ser realizado com anestesia geral de curta duração.
Os cateteres do estudo eletrofisiológico serão introduzidos até o coração pela virilha e através do pescoço (veia femoral e jugular interna). A visualização deste processo é feita através de imagem por raios-X. No coração, estes cateteres permitirão um registro da atividade elétrica do coração, através de um aparelho chamado de polígrafo. O estudo eletrofisiológico permite avaliar o funcionamento de todo este sistema de condução elétrica do coração. Além disso, permite identificar e localizar feixes elétricos anormais ou focos de arritmias cardíacas, tanto na parte superior do coração (átrios) como na parte inferior (ventrículos). Depois de realizado esse exame ele se reuniu com uma junta médica para estudar o caso e decidiram que seria melhor fazer um implante de um CDI, o qual me encaminhou para uma especialista em marca-passo.
Também uma excelente profissional, que estudando o caso com outra equipe, também composta dos melhores profissionais do estado do Ceará, resolveu pedir um exame chamado tilt-teste no qual fui submetido e constatado que realmente seria necessária uma cirurgia para implante do CDI (Cardioversor Desfibrilador Implantado). Ela então me explicou como seria o procedimento:
O procedimento de implante do CDI é relativamente simples e seguro. A cirurgia é realizada sob sedação leve e anestesia local, ou seja, o paciente não sentirá dor e irá dormir durante todo o procedimento que dura em torno de uma a duas horas. Normalmente o CDI é implantado na região do tórax logo abaixo da clavícula do lado esquerdo ou direito. Uma incisão de aproximadamente dois centímetros é feita na pele e uma pequena “bolsa” é realizada entre a pele e o tecido acima do músculo, para colocação do gerador. Com o auxílio de raios-X os eletrodos são colocados através da veia dentro do coração. Após a colocação dos eletrodos, vários testes são realizados para ter a certeza que tanto os eletrodos como o gerador estão funcionando bem. O gerador é então conectado aos eletrodos e colocado dentro da “bolsa” previamente confeccionada.
A cirurgia foi um sucesso. Porém fiquei internado no hospital por três dias sob monitoramento dos médicos.
Louvo muito a Deus por tudo e sou grato a todos os médicos, mas principalmente a Deus pelo dom da vida.